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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Nova Parceira: Editora bookish

Agora o LP é amigo da Editora Bookish! Fiquei super feliz com essa notícia maravilhosa, pois estamos preparando várias coisas muito bacanas que eu não vejo a hora de contar tudo. Para ficar por dentro, acompanhem também a editora por meio do face e do insta, pois logo ocorrerá o seu lançamento.

Espero que tenham ficado felizes com a novidade.
Até logo! 

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

[Resenha] Tudo pelos ares: amor e cólera em tempos de lava jato

Autora: José Nivaldo Junior
ISBN: 978-85-8165-538-3
Cidade/editora: Recife/Bagaço
Ano de Publicação: 2018
Páginas: 114
*exemplar cedido pela Oasys Cultural

Poderia começar com uma breve sinopse onde apresentaria o livro a vocês, mas receio que já conhecem a história. Digo isso porque é uma ficção criada a partir do cenário político brasileiro, tendo inclusive citações sobre o julgamento do ex-presidente Lula. 

E o que leva esse romance a ser lido, já que podemos assistir nos noticiários? 
No livro podemos conhecer os bastidores, acompanhando JB em sua carreira como lobista. Toda a narrativa é desenvolvida a partir do ponto chave que é a investigação, por parte do próprio personagem, do estranho e abrupto assassinato de sua amante e, para a sua surpresa, de si mesmo.
A obra tem alguns pontos mais previsíveis, mas aconteceu algo diferente do que estou acostumada. Não me senti envolvida com nenhum personagem, era como se estivesse lendo com absoluta neutralidade, o que foi bem interessante. O livro é curto, com apenas 114 páginas e com uma escrita fácil de ler. Quanto a capa, não achei bonita, mas em compensação, o subtítulo conseguiu me causar interesse.
Leia a entrevista com o autor para conhecer um pouco mais da história e a relação com o momento atual que vivenciamos em nossa política.

Espero que tenham gostado e até logo!

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Diário de uma autora

Tenho uma super novidade para contar à vocês! Desta vez meu sumiço teve um motivo muito importante, que quem me acompanha nas redes sociais (um abraço para o meu amigo Instagram),  provavelmente deve ter visto. E como o título deste post maravilhoso também já diz, VOU PUBLICAR O MEU PRIMEIRO LIVRO!!! Se isso não é incrível eu não sei mais o que é. 

Este era um daqueles sonhos antigos, sabe? Que parece bem distante de ser alcançado... mas ainda não está tudo perfeito, pois para eu conseguir transformá-lo em algo físico e levá-lo para outras livrarias, preciso vender uma quantidade mínima. Sobre todos os detalhes da publicação, eu posso contar em outros momentos, pois este não é o objetivo deste post (podem me cobrar depois). Então, preciso da ajuda de vocês, seja comprando ou divulgando.
O livro é infanto-juvenil, porém super válido para adultos que tem contato com crianças. Tendo uma temática relacionada a fantasia da criança em relação ao tempo, como percebe-se pelo título do livro: O menino e o relógio. 

Eu não havia comentado nada aqui antes, porque este era um projeto pessoal, e não algo vinculado ao blog, mas como o blog é sobre livro, não é nada mais justo, neste momento, juntar tudo e todo mundo ser feliz 💙

Caso você se interessou na história, conheça mais sobre o livro aqui.

Para comprar na pré-venda, utilize o site da editora, clicando aqui, você será direcionado à página de compra. Aproveite que o frete é grátis para todo o Brasil!

Beijos e me esperem que voltarei com as resenhas de um romance nada convencional.

terça-feira, 3 de julho de 2018

[resenha] Lado A e Lado B: retalhos de uma história de amor

 Autora: César Costa
ISBN: 978-85-53052-00-4
Cidade/editora: Rio de Janeiro/Verlidelas
Ano de Publicação: 2018
Páginas: 195
*exemplar cedido pela editora

Quem me segue no twitter deve ter visto meu desabafo ontem por lá. Acontece não é mesmo? Ainda mais depois de ler um livro que te engana mais do que uma obra da Agatha Christie, mas calma, se quiser realmente conhecer os dois lados da história, aconselho muito (muito mesmo) a ler o livro, porque aqui no blog minhas resenhas não têm spoiler (isso não significa que não tenho vontade de dar, mas somos profissionais 😉)

Você já deve estar cansado de me ver falar (escrever, no caso) que não curto muito livro de romances contemporâneos, acontece que preciso rever esse meu preconceito porque estou perdendo muito livros ótimos julgando pela capa, mas isso é assunto para outro post, voltando... então comecei a ler essa obra despretensiosamente e apesar de estar gostando, lá pelo 5º capítulo, acabei deixando um pouco de lado (ou muito) por forças maiores (chamada TCC), depois que retornei, li o restante em apenas duas horas e só parei quando acabou a história, e sim, passei de verdade uns dez minutos exclamando “que livro incrível” e me questionando o motivo de ter demorado tanto para lê-lo.

 E o que faz esse livro ser tão bom? Isso eu não posso contar, mas digo que nas primeiras páginas a história já estava me cativando e inclusive meus olhos ficaram marejados em algumas cenas.
Roberto é um menino de dez anos que estava triste pela partida de seus vizinhos que também eram seus amigos, mas sua vida muda quando vê uma mudança, desta vez chegando e trazendo com ela uma garota de cabelos vermelhos.


Inicialmente ignora forçadamente a presença da menina, mas algo diferente estava sentindo e naquele momento um amor imenso começava a brotar dentro de si e não demorou em virarem melhores amigos, mas somente a amizade não bastava para Roberto. Ele amava Jennifer e sabia que aquela era a mulher com que queria passar sua vida inteira. Algo muito forte para uma criança de apenas onze anos, mas o amor que sentia pela garota ruiva era realmente intenso. Tão forte que as mudanças na escola, os demais amigos e o câncer não conseguiu separá-los, apenas os uniu mais e mais.

Porém “Não há nada tão ruim que não possa piorar”. Será que seu amor é tão forte assim para suportar todos os obstáculos? O quanto ama Jennifer para enfrentar qualquer situação e ficar junto de sua amada? Uma história de amor comovente, talvez um pouco clichê, mas ai que está... Na verdade todas as histórias tem o lado B e, nesse caso, somos levados ao outro lado dos retalhos de uma história de amor e talvez até um lado C?

"Paguei um alto preço por tentar viver esse intenso amor. Ou quem sabe tenha sido uma história louca, costurada como uma colcha de retalhos..."

Por favor, nunca te pedi nada (ok, já pedi, mas finge que não) leia esse livro e me chama para ter altas conversas sobre ele. Beijos.

terça-feira, 12 de junho de 2018

National Bird - A guerra dos drones

National Bird é um documentário de 2016 que mostra o outro lado dos ataques por meio das aeronaves não tripuladas nas terras do Afeganistão, contado por três pessoas que já estiveram envolvidas nisso: Lisa, Heather que foi diagnosticada com Transtorno de Estresse Pós-Traumático, sempre relembrando dos amigos que se suicidaram e Daniel que estava sendo investigado pela Lei da Espionagem.

O que se pode observar é que nos ataques com drones, matar as pessoas se torna aparentemente muito fácil, pois você não está segurando armas ou explosivos, depende apenas de apertar um botão a milhares de quilômetros de distância. Tudo se assemelha muito com um jogo eletrônico, a Central, os equipamentos... não conhecem as pessoas que está autorizando a matar. É um meio que tornou mais fácil, aumentando o controle e o poder.

"Como é possível saber quem sobreviveu e quem acabou morrendo?"

Mas apesar de tudo parecer tão simples, tem consequências gravíssimas, pois são vidas de pessoas, e as consequências que digo, não é apenas para as vítimas e as famílias, as pessoas que participam do programa também. Heather tem sérios problemas psicológicos e sempre fala dos seus amigos que se suicidaram, além dos problemas com álcool e drogas.

"Perdi parte da minha humanidade trabalhando no programa de drones".

A maioria dos que são contratados são jovens americanos, alguns realmente acreditam que iriam contribuir para um mundo melhor, se enganando ao descobrir a realidade por de trás de todos esses sistemas.

"Atirar em pessoas de qualquer lugar, a qualquer momento[...]. Há um enorme sistema que monitora o planeta, que pode sugar uma quantidade infinita de sua vida..."

É muito visível o medo das pessoas em falar sobre o que faziam, na verdade, nem podiam contar sobre tudo, pois como no caso do Daniel, ele estava sendo investigado por espionagem, acusado de ter vazado dados confidenciais. O medo de contar é devido o medo das consequências.

A guerra dos drones é uma verdadeira guerra fria, em dois anos houveram 121.000 mortes de "alvos rebeldes" pelo sistema. 

"Mata mais pessoas inocentes do que alvos de fato".

Em um determinado momento, mostra que uma das tentativas de silenciar os denunciantes, o governo entra em contato dizendo que eles são alvos de terroristas, o que nos faz refletir: E quem são os terroristas? É interessante como ainda mandam recado como se estivessem ao lado dessas pessoas, dando a impressão que caso ocorra o ataque de fato, possam dizer: "eu avisei".

No documentário também mostra a viagem de Lisa ao Afeganistão e entrevistas com algumas famílias que sofreram o ataque, diga se de passagem, pessoas inocentes. Algumas vítimas foram duas crianças, uma de quatro anos e outra de sete, ambas faleceram e o irmão perdeu uma das pernas.

Triste. 
E o pior:
Real.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Sobre meu novo caderno

Desde os meus 11 anos eu uso agenda. No começo elas eram decoradas, enfeitadas e cheias de detalhes. Eu amava. Quanto mais colorida fossem, mais eu achava bonito. Inclusive fiz uma resenha da minha agenda do ano de 2014 aqui no blog, e já escrevi sobre a minha mudança de gostos e estilo em relação aos materiais de papelaria.
No início elas serviam como decoração, não tinha muito compromissos para anotar. Depois passou a ser um "diário", mas não deu muito certo por falta de privacidade. Até que depois eu senti que precisava separar as coisas. Outro caderno virou uma espécie de diário, pois quando sinto que estou pensando muitas coisas, escrevo como forma de organizar o pensamento (posso falar sobre isso em outro post se vocês quiserem). E a agenda ficou sendo apenas agenda. Mas precisava de mais espaço.
Eu sempre gostei de planejar muito as coisas, mas na verdade, na prática, nunca fui uma pessoa muito organizada. Acabava que as tarefas eram todas transferidas para os próximos dias e acabava que eu fazia tudo em cima da hora. Até hoje isso acaba acontecendo (preciso melhorar!).
Este ano eu comprei uma agenda simples, capa dura e preta. Mas achava que as linhas me limitavam e que meia página para sábado e domingo era muito pouco. Não sei, mas acabei implicando com a agenda.
O que fazer então? 
Pensei em ir para o bullet journal, mas fiquei com medo de não ter tempo de ficar organizando e todas aquelas "frescurinhas" que eu acho lindas nas fotos do pinterest e do instagram. 
Até que vendo alguns produtos do Enjoei, vi esse caderno artesanal com uma cara vintage e de diário. Eu sempre quis um desse. Talvez seja bobagem, mas é gostoso realizar sonhos tão simples que te faz bem. Lógico que comprei. Não saiu caro, eu tinha uns descontos por ter vendido algumas coisas.
Vai fazer um mês que estou com ele. E estou gostando de montar minha própria agenda.
Uso alguns recursos do Bullet. Nada muito elaborado como vocês vão poder ver nas fotos.
Sobre o caderno. Não gostei tanto da folha. Ela é aquela reciclada. Até ai tudo bem. Não marca tanto no verso igual sulfite normal: ponto positivo. Mas muito cuidado com mãos molhadas/suadas. Elas mancham as folhas, fica meio azulado.
Para escrever eu uso essas três canetas da foto acima. A da Faber é 0.4 e as da Uni é 0.1 e 0.2 (minha preferida). Não recomendo a da Faber se você for usar marcador de texto por cima, pois ela não é prova d'água e borra.

Um post bem simples, mas só para enaltecer a liberdade da escrita hahahaha.

Beijos
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