quarta-feira, 21 de junho de 2017

Atualizando o blog e as leituras

Olá pessoas linda! Quanta saudades que eu estava de postar aqui no blog <3 


Confesso que meu sumiço não é culpa do tempo, ao contrário, eu deveria parar de procrastinar e aproveitá-lo melhor. Lógico que trabalhar e fazer faculdade é muito desgastante e chega um momento que tenho vontade de largar tudo e dormir para sempre, mas passa (e ainda bem), porque cada etapa, cada semestre que passa é uma nova sensação de realização. O que acontece é que muitas vezes eu me sinto muito desanimada e cansada, então acabo fazendo somente aquilo que é extremamente obrigatório, e com isso as coisas que amo fazer e que me deixam muito feliz, fica de lado, o que é muito triste!

Mas vim aqui para contar coisas boas! Como por exemplo... ESTOU DE FÉRIAS! Sim, este semestre terminou mais cedo, e como já fechei todas as matérias, estou livre!!! (Mentira porque não tenho férias do estágio :( estarei acordando cedo todos os dias). Só que não deixa de ser uma boa notícia.

E como uma das coisas que amo fazer é ler, pretendo colocar os atrasos em dia, então esperem porque terá muitas resenhas! Não sei se todos vocês me acompanham no Skoob, mas está me dando uma angústia ver que minhas metas estão longe de serem cumpridas...

Hoje vim contar o que andei lendo neste período que não postei aqui, na verdade foram livros da faculdade e algumas leituras que iniciei, mas ainda não finalizei. Porém, mesmo assim vou contar, então vamos lá?

No mês de abril eu li Os Contos de Beedle, O Bardo da J. K. Rowling, Avaliação em Psicologia Positiva do Claudio Simon Hutz e retomei O Tempo e o Cão: A Atualidade das Depressões da Maria Rita Kehl.

No mês de maio eu não completei nenhuma leitura, mas iniciei A Roda da Vida, 1984 do George Orwell, O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald e retomei a leitura do Crime e Castigo do Fiódor Dotoiévski (que estou enrolando para ler). Como podem perceber, eu tenho o incrível costume de ler mais de um livro ao mesmo tempo, se dou conta? Não! hahahaha.

Arquivo Pessoal
Neste mês eu terminei de ler A Roda da Vida da Elizabeth Kübler-Ross, não irei fazer resenha aqui no blog porque não é o tipo de livro que eu trago, mas falarei um pouquinho dele aqui no post. 
Aquivo Pessoal
Se trata de uma autobiografia da autora, que conta suas experiências de vida que a levaram a ingressar na carreira médica e mesmo tentando fugir do destino, acaba virando uma psiquiatra. Desde cedo a morte é um assunto que a acompanha, mas ela não imaginava que o acompanharia pelo resto de sua vida. E é incrível a maneira como ela fala do assunto, dando workshop no mundo inteiro. Nascida de um parto trigêmeos, era a mais "frágil" das irmãs, e acredito que isso a motivou mostrar sua força. Tinha vocação para cuidar das pessoas (o que falta em muitos médicos e profissionais da saúde), não importava as dificuldades que precisasse enfrentar (inclusive seu pai a expulsou de casa em um desses episódios). Casou, teve filhos, mas sua vida estava longe de ser "normal", na velhice ainda tinha disposição que me falta na juventude hahahaha.
Arquivo Pessoal
O livro é incrível, cheio de ações no início até a metade, da metade para frente (não deixa de ter ações), porém ela passa a abordar sobre questões relacionadas a espiritualidade, e confesso que em muitos pontos me causou estranheza e até mesmo uma certa descrença. Mas vale a pena ler. Acredito que este seja um livro que deveria ser obrigatório nos cursos de medicina.
Arquivo Pessoal
E ainda neste mês, pretendo terminar de ler os livros citados acima. 

Gostaria de saber o que vocês estão lendo!
Não esqueçam de comentar, isso é muito importante para mim ;)
Beijos, e até mais <3 <3



O blog será atualizado uma vez por semana (por enquanto), geralmente às segunda-feira na parte da manhã (10h00).

sábado, 11 de março de 2017

Brisingr (Christopher Paolini)

 ISBN: 978-85-61384-49-4
Título Original: Brisingr
Tradução: Waldéa Barcellos, Alexandre D'Ellia
Cidade/editora: Rio de Janeiro/Rocco
Ano de Publicação: 2008
Páginas: 694
Submarino - SaraivaSkoob

Obs: Para quem ainda não leu os livros anteriores, a resenha poderá conter spoilers!
     Eragon, depois do último confronto em Eldest, que reencontrou seu primo Roran, resolve ajudá-lo a salvar Katrina, que havia sido capturada pelos Ra'zac. Para isso, os dois e Safira, partem junto para Helgrind e invadem o "castelo" dos seres maléficos.
    Depois de um duro confronto, a missão parecia ter chegado ao fim, quando Roran conseguiu arrebentar o portão que o separava da sua amada. Mas não para Eragon, que permitiu que eles voltasse aos Varden, mesmo contra a vontade do seu dragão Safira, para fazer algo que poderia mudar o destino de uma pessoa: Sloan, o açogueiro.
       Ao Nasuada ter conhecimento que Eragon permanecia no território do Império, permitiu que Arya fosse atrás dele, o que de algum modo agradou Eragon, pois pode passar um tempo com a Elfa e conhecer um pouco mais sobre ela, mesmo que estivessem em uma jornada perigosa.
        Nasuada tentava provar seu valor como líder dos Varden e tentar juntar esforços de maneira desafiadora para a batalha que se aproximava, Roran buscava manter sua palavra de honra a ela e mostrar seu valor como guerreiro, mesmo que isso lhe custasse a vida. Enquanto isso Eragon se mostrou ser um Cavaleiro de verdade, agindo da maneira correta mesmo quando separado do seu Dragão. 

            O livro já começa com aventura, sendo uma leitura mais dinâmica do que a anterior, os personagens sempre estão ocupados com alguma tarefa perigosa e importante, então a história se passa em vários lugares da Alagësia. A estrutura do livro segue a mesma dos outros, porém esse possui um número maior de páginas. E por enquanto o título é o meu preferido (quando ler entenderá o motivo), apesar da capa do primeiro (Eragon) ser a minha preferida.
            Esses três primeiros livros (Eragon, Eldest e Brisingr) eu ganhei de uma amiga, e comprei o quarto faz pouco tempo, e não vejo a hora de começar a lê-lo, mas também estou com receio, pois é o último livro e estou gostando tanto da história que não queria que ela acabasse hahahaha (mais algum leitor que é assim?)


“Que ventos favoráveis o acompanhem e que o sol sempre guie seus caminhos.” (Safira)

"Se deseja ser feliz, Eragon, não pense no que está por vir nem naquilo sobre o qual você não tem controle. Pense no agora e naquilo que é capaz de mudar." (Oromis)

O que vocês acharam da resenha?
Até logo<3

sábado, 4 de março de 2017

Cem gramas de centeio (Agatha Christie)

Título Original: A Pocket Full of Rye
Cidade/editora: Rio de Janeiro/Editora Nova Fronteira
Ano de Publicação: 1953
Páginas: 216
Submarino - Skoob
Classificação:
Era uma manhã normal no escritório do Mr. Rex Fortescue, as datilógrafas preparavam seus chás e a rotina continuava, até que Rex, depois de tomar seu chá preparado pela sua secretária particular, começou a ter espasmos e dizer algo relacionado ao chá, algumas horas depois, faleceu no hospital.

Automaticamente a suspeita recaiu em alguém do escritório que poderia ter envenenado o chá, porém o médico-legista descobriu a causa da morte e não fora por veneno comum, mas sim por taxina, que era encontrada em teixos e que possuía um efeito prolongado, e para deixar tudo ainda mais interessante, foi encontrado no paletó do morto, cem gramas de centeio, e como se não bastasse, a casa dele chamava Chalé do Teixo.

O chalé, na verdade era uma mansão onde morava o Mr. Rex e sua esposa Adele, que era trinta anos mais nova do que ele e obviamente era a suspeita número um, pois havia especulações sobre uma possível traição com um amigo com que sempre saia para jogar golfe. Também tinha filha do Ms. Rex, a única que mostrou algum sentimento de luto pela morte do pai, apesar de a tragédia lhe garantir alguns benefícios. Percival, sócio da empresa do pai, um homem calculista e econômico, tudo o que importava para ele era a empresa, que na verdade não ia nada bem, pois o velho ultimamente havia andado meio extravagante, investindo onde não devia, e testemunhas diziam tê-lo visto brigando com o filho, que tentou fazer o pai “voltasse ao normal”. Também morava a esposa do Percival, uma mulher da classe mais baixa, o que desagradava o sogro, e que estava sempre tentando preencher o vazio fazendo compras e escrevendo cartas. E ainda tinha a ex-cunhada de Rex, que veio morar na casa quando sua irmã ainda era viva, e continuava ali. Todos a achavam uma estranha e maluca.
Também tinha os empregados, que não poderia ser um quadro melhor, o mordomo bêbado e sua mulher que era a cozinheira, uma mulher nervosa e durona. Ellen, quem arrumava a mansão e não se mostrou nem um pouco abalada com a morte do patrão, ao contrário de Gladys, uma moça não muito inteligente, que ficou toda assustada, o jardineiro e a governanta, Miss Dove, que apesar de ser bem jovem e não parecer se encaixar em sua profissão, conseguia lidar muito bem com os empregados, assim como estava lidando com toda a tragédia.

Rex também tinha outro filho, Lancelot, casado com uma mulher famosa, ele morava em um país da África, pois havia sido expulso de casa quando mais jovem por ter cometido algum fraude, era considerado a ovelha negra da família, e o mais estranho é que seis meses antes da morte do pai, este o havia procurado para refazer a relação e até mesmo convidado para voltar para a empresa, claro que tudo isso estava sendo organizado sem Percival ter o conhecimento, pois não gostava do irmão.

As investigações estava a toda, e seguia para um único caminho, até que a própria suspeita foi também envenenada, mudando toda a situação com dupla tragédia. O inspetor Neele estava confuso e quando Miss Marple entra na história, ele aparenta ficar agradecido. E é claro que a partir daí surgem muitas outras coisas.

A edição que eu li, ganhei de uma amiga, é bem velhinha (como se eu me importasse). O livro não é tão longo, e é narrado em terceira pessoa. Amo os personagens que Agatha criou e principalmente a Jane Marple, a história é muito boa (sou suspeita né?). A maneira que ela explora a história, e encaixa os acontecimentos é incrível! Apesar de ser um livro fácil de ler, se quiser tentar adivinhar o culpado (que eu nunca consigo) precisa estar atento aos principais detalhes, porque, sim, ela dá “dicas”, mais são bem e bem sutis (daquelas que você só percebe depois que leu o livro todo hahaha).

Por coincidência eu li dois livros em seguida que tinha a palavra “centeio” na capa, este e "O apanhador no campo de centeio", interessante não?

O que acharam? Gostaram?
Até logo!

sábado, 25 de fevereiro de 2017

O apanhador no campo de centeio (J.D. Sanlinger)

Título Original: The Catcher in the Rye
Tradução: Alvaro Alencar; Antônio Rocha; Jório Dauster
Cidade/editora: Rio de Janeiro: Editora do Autor
Ano de Publicação: 1951
Páginas: 180
Submarino - Skoob
Classificação:
A história toda acontece praticamente durante um final de semana na vida de Holden Caufield, um moço de dezesseis anos que mais uma vez havia sido reprovado, dessa vez do Internato Pencey, referência para muitos, mas Holden o achava uma chatice e não gostava das coisas que acontecia lá, dos alunos, etc. exceto de um professor com quem havia se dado bem.

Era um sexta-feira, deveria ir embora apenas na quarta-feira, já que era o dia em que todos iriam para casa passar o Natal, mas aconteceu que brigou com seu colega de quarto e decidiu partir para Nova York, mas não para sua casa, apenas vagar por lá até na quarta. E então vai se encontrando com algumas pessoas, uns já conhecidos, outros desconhecidos com suas conversar confusas, que nem todas pessoas ficavam feliz em escutá-las e durante todo o tempo fumava muito. Não havia muitos amigos, pois não confiava nas pessoas.

Ele tinha três irmãos, D.B., um escritor que atualmente se encontrava em Hollywood produzindo filmes, Allie, que já havia falecido de leucemia e de quem Holden sentia muita saudades e a pequena Phoebe, que significada tudo para ele e provavelmente a pessoa com quem ele se sentia mais à vontade e realmente feliz.

O livro é narrado em primeira pessoa, onde o personagem conta uma parte da sua vida, que chama de “negócio doido” de algum lugar onde está se recuperando, provavelmente o lugar se trata de um hospital psiquiátrico, pois durante a história dá para perceber que ele poderia ter algum transtorno mental, como por exemplo, depressão.
O tempo todo o Holden se mostrou entediado, era algo como um incômodo constante, quando parecia que algo estava indo bem, acontecia alguma coisa que deixava-o totalmente perplexo e chateado. Por esse motivo achei o livro mais pesado e cansativo. É uma leitura vagarosa, acompanhar os pensamentos dele e seus devaneio. Mas acredito que é isso que faz o livro ser o que é e ter se tornado um clássico. É espontâneo. Nada de “falsidade” para dar um pouquinho de alegria, não sei se estão conseguindo me acompanhar, mas é o tipo de livro que traz a verdade nua e crua, a vida como ela é, e sim, existem muitos Holden's por ai, muito mais do que podemos imaginar.

Apesar de ter achado a obra muito interessante, e ter refletido muito sobre ela (em geral gosto de livros assim), não chegou nem perto de ser meu favorito, mas não se trata de um livro ruim, talvez foi o momento em que eu li que não ajudou muito. O final também ajudou para eu não gostar tanto, queria realmente saber como ele havia ido para “o lugar” e o motivo, além da relação com seus pais (pois em nenhum momento do livro existe uma conversa entre eles).

A edição que eu li foi emprestada da biblioteca, não tem uma capa bonita, por isso não tirei muitas fotos. O título do livro é muito interessante, e terá uma explicação sobre ele (que eu fiquei um bom tempo tentando entender e acredito que tenha chegado a uma explicação, mas não sei se é o que o autor queria passar), enfim, eu recomendo o livro, mas já vou avisando que talvez alguns vão amar e outros não.

“Quem é que quer flores depois de morto? Ninguém.” (Holden Caulfield)

Comentem o que acharam da resenha e se já leram o livro.
Até logo!

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Extraordinário (R.J.Palacio)

 ISBN:978-85-8057-301-5
Título original: Wonder
Tradução: Rachel Agavino
Cidade/Editora: Rio de Janeiro/Intrínseca
Ano de publicação: 2013
Link: Skoob
Classificação:
August Pullman nasceu com uma síndrome facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca freqüentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Preste a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.
Até que enfim, o universo conspirou ao meu favor e eu consegui ler o livro que tanto queria! OK, um pouco é culpa da Milena (obrigada Miss!), mas outras pessoas também indicaram a leitura e eu fiquei super ansiosa para ler um livro que todos diziam ser ótimo. E antes mesmo de terminar já tinha se tornado um dos meus favoritos.

Auggie é um garoto de dez anos de idade, que gosta do Darth Vader, tem uma cachorra chamada Dayse, uma irmã mais velha, a Olivia, e pais super dedicados, porém existe algo que o torna diferente dos demais, uma anomalia genética que acometeu sua face e faz com que as pessoas desviam os olhares, as crianças assustarem e cochicharem quando ele passava. Era tão comum isso acontecer que ele parecia não se importar, ao contrário de sua irmã, Via, que o amava muito e sempre o defendia.
            Então, um dia sua mãe conta-lhe que estavam pensando em colocá-lo em uma escola, ele nunca tinha frequentado uma, sua mãe que sempre lhe ensinou em casa, pois passou grande parte de sua vida em hospitais e devido aos problemas de saúde não tinha conseguido entrar para uma escola, e a ideia foi recusada imediatamente, pois ele não se sentia preparado para isso.

Mas de algum modo acabou aceitando sua missão, que realmente era um desafio, pois ser aluno novo já é difícil, a insegurança, o medo de não fazer amigos, ainda mais no caso de Auggie, que logo virou assunto das fofocas entre os grupinhos.
        Todos os personagens são interessantes, mas lógico que sempre tem aqueles que se destacam com as suas características, e além de Auggie, com sua coragem e determinação, Olivia também merece admiração, pois é claro que seu irmão sempre ocupou um espaço maior, e ela consegue lidar com a situação mesmo que não seja fácil, além disso, ela é uma garota muito inteligente e uma ótima leitora.
Sobre a diagramação, a capa é linda, amo azul e achei que foi uma cor que combinou com a história, as folhas são amareladas <3 a letra tem um tamanho e uma fonte boa. O livro é dividido em oito partes, sendo que a narrativa em primeira pessoa é intercalada entre alguns personagens: Auggie (o principal), Via, Summer, Jack, Miranda e a parte de Justin, que no caso foi a única que eu me incomodei com a escrita, as palavras são todas minúscula, mesmo depois de parágrafos e das pontuações, as frases são cortadas ao meio com ponto, não tem separação nas falas, enfim, fiquei um pouco confusa enquanto lia, e me perguntei por um bom qual havia sido a intenção da autora em ter essa escrita desta forma nessa parte específica.

Além da história, gostei muito de outras coisas que completaram o livro, como as frases escolhidas para cada parte, elas se encaixam perfeitamente ao personagem e também as referências de filmes e livros, inclusive um que eu gosto muito: O Hobbit e outros que tenho vontade de ler.
             Levei apenas um dia para ler, é uma leitura tranquila no sentido da narrativa e ao mesmo tempo emocionante por ser uma história tão delicada e tratar de um tema tão importante: a inclusão.  Ao terminar fiquei refletindo que às vezes podemos ser arrogantes sem querer, ao ver uma pessoa “diferente” tendemos agir de forma indiscreta, só que nunca paramos para pensar em como ela se sente, e é exatamente isso que o livro trás. Percebe-se também que sempre existiram rótulos e separações entre “normais” e “anormais”, e que alguns dos alunos que foram preconceituosos com Auggie na escola, nada mais estavam repetindo o comportamento dos pais, o que nos leva a pensar que nosso comportamento pode apenas ser uma cópia daquilo que vemos, e a grande maioria das vezes o preconceito está impregnado culturalmente. 

            Foram tantas coisas que me surgiram enquanto lia o livro, acho que seria uma boa ideia fazer um debate sobre ele hahaha (mas é sério! São coisas importantes que deveriam ser faladas). E só para terminar (gostei tanto que estou quase escrevendo um artigo ao invés de uma resenha ahausuashuas), refleti que, mesmo em mundo cheio de crueldade, sempre haverá espaço para a gentileza, o amor e a empatia.

 “Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos no mundo.” - Auggie

Me contem o que acharam!
Beijinhos <3

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