sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Sociedade da Caveira de Cristal (Andréa Del Fuego)


ISBN: 978-85-262-9062-4
Editora/Cidade: Scipione/São Paulo
Ano de Publicação: 2013
Páginas: 191
Nota: 4/5

Sinopse: Imagine uma viagem on – line em que, para você entrar, precise deixar o computador ligado, a internet conectada. E precise dormir. Isso mesmo, dormir. Para, só assim, a aventura começar, enfim. Entendeu?
Explico de novo: Vítor é um garoto super – esperto, de treze anos, magricela e com espinhas, que descobre um jogo na internet – o Skull. Aí o cara se larga em seu quarto e sonha. E aí a conexão estará completa. Seu sonho entra dentro de outro sonhos de outros internautas. Todo mundo sonhando junto. Quase uma assombração sonâmbula. (...)
Isso sem contar que a cidade real, onde vive Vítor, está enfrentando o terrível vírus Bola, que tem matado um montão de gente.”


Em uma pequena cidade, Vítor, um garoto nerd de treze anos, tem sua maneira de enfrentar as situações reais, trocando – as por um bom videogame. Apesar de ser um adolescente, ele não tem muitos conflitos com os seus pais, prefere “obedecer” as regras da sua mãe e entende que ela está apavorada com o novo vírus que está atacando as pessoas.

Seu avô foi o primeiro da cidade que o vírus levou a óbito, e ele sempre relembra dos momentos que passaram juntos, o que não deixa – o ficar deprimido por causa da separação.


Um dia, Samara uma garota que estuda em sua escola pede sua ajuda para descobrir mais sobre um jogo que seu irmão está viciado, o Skull, ela acha que tem algo muito errado com o jogo. Vítor que não era acostumado receber pedidos de ajuda das meninas resolve ajuda – la e logo se vê em uma missão.


Inicialmente acha o jogo muito bobo, mas depois acaba ficando fascinado com o que pode fazer apenas dormindo. Enquanto isso o vírus, cada vez mais forte, acaba paralisando a cidade. E Samara pede novamente sua ajuda, pois seu irmão acabou entrando em coma, e ela tem certeza que o motivo é o jogo.


A história toda é narrada a partir do ponto de vista do Vítor, ele não foi um personagem que me fascinou, achei em vários momentos ele bem bobinho, principalmente em relação à Samara, de quem ele gostava.  Mas é interessante acompanhar ele durante a sua “investigação” sobre o jogo.


De princípio, por causa do título, achei que o livro teria alguma coisa mais medonha que envolvesse caveiras, mas não, apenas uma ou outra cena que tem um pouquinho de terror envolvido. Não foi um livro que me prendeu, achei-o bem infantil, mas não deixa de ser uma boa história. O livro tem algumas ilustrações, os capítulos são bem curtinhos, o que facilita a leitura e completo dizendo que a autora abusou bastante da imaginação.


2 comentários:

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